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Barueri,29/08/2025

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Sabesp reduz pressão da água à noite para preservar reservatórios em SP

Medida preventiva ocorre das 21h às 5h na Grande São Paulo, diante da estiagem e baixos níveis dos mananciais.

Portal Prime On - Redação
Sabesp reduz pressão da água à noite para preservar reservatórios em SP Sabesp reduz pressão da água durante a madrugada para preservar níveis dos reservatórios na Grande São Paulo — Foto: Divulgação/Sabesp

A partir desta quarta-feira, a Sabesp começou a aplicar a redução da pressão da água durante a madrugada na Grande São Paulo — entre 21h e 5h — como estratégia preventiva para conservar os níveis dos reservatórios que abastecem a Região Metropolitana. A autorização para a medida foi concedida pela Agência Reguladora (Arsesp) em resposta à contínua estiagem e aos baixos índices pluviométricos que comprometem os mananciais.

Atualmente, o volume de água armazenado no sistema que abastece a capital e cidades vizinhas está na casa dos 38%, o que representa o nível mais baixo desde a crise hídrica de 2014/2015. A situação gera preocupação e exige ações emergenciais, sem chegar a um cenário de racionamento, mas ainda assim de forte alerta.

A medida pode gerar uma economia de até 4 mil litros por segundo, reduzindo perdas por vazamentos ou rompimentos de tubulações — que tendem a aumentar quando há pressão excessiva nas redes. Essa ação ocorre num período de consumo naturalmente baixo, o que minimiza os impactos diretos para a população.

Moradores de imóveis com caixa d’água sentirão pouco ou nenhum efeito perceptível. A própria Sabesp informa que quem depende do reservatório domiciliar continuará recebendo água normalmente durante o dia.

Contexto preocupante

Agosto é historicamente o mês mais seco no Estado de São Paulo, e este ano o índice pluviométrico está entre os mais reduzidos dos últimos anos. O cenário exige um esforço coletivo de uso consciente da água, além de medidas estruturais que garantam a resiliência do sistema em casos de extrema falta.

Especialistas lembram que, apesar das melhorias na interligação dos sistemas de abastecimento desde 2015, o risco de novas crises permanece real caso as chuvas não retornem em breve. Por isso, a redução da pressão é vista como uma ação responsável e necessária.

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