Pré-candidato à Presidência Renan Santos relata ameaças de morte atribuídas ao Comando Vermelho
O Renan Santos, presidente do Partido da Missão e pré-candidato à Presidência da República, foi ameaçado de morte durante uma viagem ao Ceará, no dia 26 de janeiro. As ameaças teriam sido atribuídas a integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV).
AMEAÇAS APÓS DENÚNCIAS PÚBLICAS
Segundo informações da equipe do político, as intimidações começaram após críticas públicas feitas por Renan Santos à atuação da facção durante visitas a municípios cearenses que enfrentam problemas relacionados à criminalidade.
Durante a passagem pelo município de Santa Quitéria, o pré-candidato e sua equipe teriam denunciado a presença e a influência do Comando Vermelho na região. Após essas manifestações, passaram a receber mensagens com ameaças diretas, inclusive durante transmissões ao vivo realizadas diariamente nas redes sociais.
BOLETIM DE OCORRÊNCIA FOI REGISTRADO
O caso foi formalmente comunicado às autoridades no sábado (31), quando Pedro Arthur de Souza Lima, assessor de Renan Santos, registrou boletim de ocorrência relatando os fatos.
No documento, é informado que Renan Santos, Pedro Arthur e Arthur do Val integravam a comitiva que realizava visitas e denúncias relacionadas à criminalidade no estado. Após as manifestações públicas, os três passaram a receber mensagens consideradas graves e intimidatórias.
INTIMIDAÇÕES OCORRERAM PELAS REDES SOCIAIS
De acordo com o registro policial, as ameaças foram encaminhadas por mensagens diretas no Instagram, direcionadas aos perfis pessoais dos envolvidos. As mensagens continham linguagem intimidatória e referências atribuídas ao Comando Vermelho, incluindo símbolos comumente associados à facção.
Diante da gravidade e da continuidade das ameaças, a equipe decidiu procurar a polícia para solicitar apuração dos fatos e garantias de segurança, alegando tentativa de intimidação e cerceamento da atividade de denúncia pública que vinha sendo realizada.
CASO DEVE SER APURADO
Até o momento, não há informações sobre prisões ou identificação dos autores das ameaças. O caso segue sob análise das autoridades competentes, que devem apurar a origem das mensagens e as circunstâncias relatadas no boletim de ocorrência.




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